Uso de máscara no exercício não faz diferença na respiração, diz estudo

Uso de máscara no exercício não faz diferença na respiração, diz estudo
O uso de máscara para praticar exercícios físicos durante a pandemia de Covid-19 é polêmico. Apesar de alguns governos exigirem a utilização do item de segurança durante qualquer tipo de atividade física, a Organização Mundial da Saúde (OMS) não recomenda o uso. Porém, mesmo sendo incômodo, uma pesquisa publicada nessa segunda-feira (16/11) mostra que não há mudança na quantidade de oxigênio e gás carbônico inalados. Segundo os cientistas da Universidade da Califórnia San Diego, nos Estados Unidos, o uso da máscara não causa efeitos nem no coração, nem nos vasos sanguíneos ou nos pulmões. Foram revisados vários trabalhos que incluem tipos diferentes de máscaras, e a conclusão é que o item causa uma mínima resistência no fluxo de ar, mas nenhum mal à saúde. “Pode existir uma percepção de maior esforço durante a atividade, mas os efeitos de usar a máscara no ato de respirar são pequenos, frequentemente muito pequenos para serem detectados”, explica Susan Hopkins, a pesquisadora responsável pelo estudo. Apesar disso, alguns pacientes podem sofrer com dispneia, a sensação de falta de ar, principalmente se não estão acostumados com o uso da máscara. Mas Hopkins afirma que é apenas uma impressão e não há impacto cardiopulmonar em pessoas saudáveis. Foram analisados pacientes jovens e idosos de ambos os sexos. O desconforto parece ser perigoso apenas para pessoas com doença cardiopulmonar severa, que já têm pré-disposição à dispneia de esforço. Caso o desconforto seja incapacitante, a orientação é procurar um médico.

Máscaras: como encontrar a opção ideal para você

- A N95, também chamada de PFF2 e KN95, se encaixa firmemente ao redor do rosto e é capaz de filtrar 95% das partículas transportadas pelo ar; - Feita de tecido não tecido (TNT), as máscaras cirúrgicas vedam menos do que as N95 – porém, cumprem a função de impedir contaminações em atendimentos médicos. No quesito durabilidade, esta opção é mais frágil, devendo ser trocada de duas em duas horas ou ao primeiro sinal de umedecimento. - Um pouco mais resistente, a PFF1 é forrada com um filtro que repele 80% dos micro-organismos. Contudo, o custo benefício do produto pode não ser tão interessante, já que ele é descartável e seu preço não é dos mais baratos. - E as versões caseiras, confeccionadas com panos e retalhos. É recomendado que as pessoas usem uma cobertura de pano para cobrir o nariz e a boca em público. A medida é para proteger quem estiver ao seu redor, se você estiver infectado, ou bloquear gotículas respiratórias de outra pessoas. As máscaras podem proteger contra qualquer doença infecciosa transmitida por gotículas, entre elas gripe, coqueluche e pneumonia. Fonte: Metrópoles.

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