Ronco em crianças exige atenção e pode ser sinal de doenças mais graves

Ronco em crianças exige atenção e pode ser sinal de doenças mais graves
A hora que os filhos vão dormir pode representar para muitos pais um intervalo de descanso. Mas esse é um momento importante para o desenvolvimento das crianças e também exige atenção, já que distúrbios durante o sono causam cansaço, irritação e inquietação, e chegam a afetar atividades diárias e até o rendimento escolar.
Observar se os pequenos roncam ou se há pausas na respiração durante o sono (apneias) é importante para o diagnóstico de alergias, infecções, aumento desproporcional de amígdalas e adenoide e alterações na arcada dentária.
O ideal é verificar se existe uma sequência durante o repouso. Ao perceber que o ritmo está fora do normal, com roncos e interrupções ao respirar, é preciso ficar atento como e quando esses sinais acontecem, e se há outros fatores associados, como sono agitado e baba. A intenção é tentar descobrir as origens do problema. De acordo com a otorrinolaringologista infantil, Dra. Milene Bissoli, normalmente as causas do ronco estão ligadas com o entupimento das vias aéreas devido alergias ou infecções, como rinite, ou quando ocorre o inchaço dos tecidos internos do nariz, o aumento do que comumente se conhece por carne esponjosa, a adenoide e/ou as amígdalas. Ao expandirem, provocam estreitamento da garganta e dificultam a passagem do ar. Com a obstrução, a criança passa a respirar pela boca, ocasionando o ronco e até a apneia. Outro fator que afeta a respiração dos pequenos é o uso excessivo de bicos, como chupetas e mamadeiras, que pode prejudicar a estrutura bucal e interferir na musculatura e na postura da língua. O cansaço e a obesidade são mais algumas causas possíveis do ronco, já que a gordura acumulada em volta do pescoço também atrapalha a passagem do ar. Por isso, é bastante indicado que os pais fiquem atentos se os filhos roncam, e caso isso ocorra constantemente, é preciso procurar o especialista para evitar que o problema se agrave ou se torne crônico. Uma dica da Dra. Milene Bissoli aos pais e cuidadores é para que façam pequenos vídeos do sono dos filhos, tanto nos momentos mais tranquilos do sono como nos mais agitados - isso ajuda o especialista a entender melhor o problema e indicar qual o melhor tratamento. Fonte: Terra

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