Amamentação, Respiração e Aprendizado. Qual a relação?

Amamentação, Respiração e Aprendizado. Qual a relação?

Sabemos que os primeiros estágios da vida de uma criança são cruciais para moldar grande parte da jornada dela como indivíduo. Isso se dá desde os interesses, gostos, sonhos, vontades e até mesmo no desenvolvimento da saúde física com os impactos que ela produz no restante.

Isso parte desde a alimentação, ambientes interativos, conversas e até mesmo respiração:
O primeiro alimento que os bebês precisam é o leite materno, e o mais curioso disso tudo é que não só o fortalecimento através das vitaminas e minerais são essenciais para essa etapa da vida, mas, o próprio ato de se amamentar é que colabora para que uma boa estrutura óssea seja formada dando boa disposição até para a sua arcadinha dentária.
Além da nutrição e a respiração, é legal ressaltar a importância da comunicação interpessoal nesse momento. Rachel Romeo, especialista em patologia da fala e linguagem, é também neurocientista e atua no Hospital Infantil de Boston, ela aponta que as conversas com os pequenos - mesmo que eles não demonstram grandes interações - possuem uma grande contribuição para o desenvolvimento do cérebro. 

Em uma matéria recente, a BBC registrou que crianças expostas a uma pesquisa de conversação apresentaram conexões mais fortes na substância branca no cérebro, em duas partes significativas para a linguagem, podendo acelerar o processamento nessas áreas. A chamada substância branca é responsável pelo envio de informações no sistema nervoso. Concluindo a importância do estímulo das conversações com os bebês.

 Uma coisa leva a outra, olhando assim de pertinho podemos perceber que a medida que esses caminhos neurais são gerados e impressos nas crianças, de nada adiantaria se não houvesse o trabalho mútuo de uma boa amamentação para fortalecer a respiração nasal e ampliar a capacidade do neném de assimilar os aprendizados. Afinal, a amamentação ajuda na respiração nasal por conta da fisiologia desse tipo de alimentação, pois bloqueia a entrada de ar pela boca durante o processo, liberando e induzindo que a passagem de ar use das vias aéreas, estimulando os músculos orofaciais. Além de que a proteção nutricional e imunológica do leite materno reduz o risco de infecções respiratórias, que poderiam tornar comum a respiração pela boca por conta da obstrução nasal.

Amamentação é uma porta para o aprendizado
Quando amamentados pelas mamães, os bebês são privados dos distúrbios respiratórios que podem ocasionar consequências graves já nos primeiros anos de escola, principalmente durante a alfabetização onde existe um amplo crescimento nos conhecimentos que formam bases para os avanços na jornada acadêmica e o desempenho cognitivo no futuro.
Acontece que a criança que respira pela boca fica predisposta a acolher infecções repetitivas porque o ar que entra pela boca não recebe o tratamento umidificante do nosso purificador de ar embutido (nariz), e por isso, enchendo os pulmões com a temperatura e estado em que se encontra no ambiente, ou seja, seco, frio e com  impurezas.

O hábito de respirar pelo nariz desde cedo na verdade está produzindo um adulto com mais propensão a ser até mesmo emocionalmente saudável, vou te explicar seguindo essa lógica aqui: 

Quando respiramos pela boca acabamos quebrando a harmonia da respiração, ela fica mais curtinha e rápida, porém, superficial. O ar acaba sendo mais inspirado que expirado. Conseguimos deduzir que ele se ‘’enche’’ com pouca energia e descarrega menos ainda, não deixando com que a respiração impulsione o corpo nos ritmos saudáveis a serem seguidos, dificultando processos de assimilação de informações e reações  O equilíbrio da respiração normal é rompido e acarreta consequências também em âmbito emocional.

Dicas para cuidar da respiração do baby!
Sabemos que até que a respiração atinja a normalidade, ela ainda é bastante irregular. Por isso não precisa se assustar se o bebê fizer algum som ‘’novo’’ entre sua inspiração e expiração. Porém, existem alguns sinais de alerta que os papais precisam ficar ligados:

  • Veja bem se as laterais do nariz da criança estão se movimentando;
  • Se os gemidinhos forem constantes junto com alguns barulhos, procure um médico;
  • Se o bebê estiver com peso no peito ou costas para respirar e soando um chiado, vá ao pediatra;
  • Veja se ao inspirar, a gargantinha e a costela do neném afundam.

    Na sequência dessa lógica conseguimos perceber que quem começa bem, caminha bem e tem grandes chances de terminar melhor, mande esse blog para as mamães que você conhece e espalhe saúde e bem-estar para quem te cerca.

 



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