ABS lança pesquisa sobre o sono dos brasileiros na pandemia

ABS lança pesquisa sobre o sono dos brasileiros na pandemia
A Associação Brasileira do Sono lançou a pesquisa virtual “Como a Covid-19 está impactando seu sono?” A pesquisa está sendo conduzida por pesquisadores da Associação Brasileira do Sono (ABS); Associação Brasileira de Medicina do Sono (ABMS) e USP. Para participar, basta acessar esse link e responder a pesquisa.

Casos de insônia aumentam na pandemia

Antes da pandemia, os índices das pessoas com insônia atingiam a marca de 15% no Brasil. Nesses últimos 7 meses, foram publicados cerca de 900 novos estudos associados ao tema “Sono e Covid-19”. “Desses estudos já surgiu uma metanálise*, ou seja, uma compilação das publicações referentes aos transtornos de sono, apresentando uma estatística média de que 34% da população está com insônia. Pretendemos saber o quanto essa situação se agravou aqui no Brasil, pois os dados são alarmantes e as queixas no consultório são crescentes. Decidimos lançar a pesquisa virtualmente para alcançarmos o maior número de pessoas”, afirma a médica neurologista Dra. Andrea Bacelar, presidente da Associação Brasileira do Sono.

Duração e satisfação com o sono

Em 2019, a população participante da Semana do Sono relatou dormir menos nos dias de semana (dias de trabalho e/ou estudo) quando comparada com o ano de 2018 (média=6,4 horas em 2019 vs. média de 6,6 horas em 2018, diferença estatisticamente significante). Entretanto, quando separamos a análise segundo faixa etária, observamos que não houve diferença na média da duração do sono entre os idosos que participaram da pesquisa nos dois anos (média=6,3 em 2018 e 6,4 horas em 2019). Apesar da redução na duração do sono ao comparar o levantamento populacional de 2018 com o de 2019, observou-se que essa diminuição foi acompanhada de uma maior satisfação com o tempo de sono. O número de indivíduos que relataram a “não satisfação com o sono durante a semana” caiu de 57,5% do total dos participantes de 2018 para 54,0% dos participantes de 2019 (Figura 1). Quando observados os estratos etários, pudemos observar que também ocorreu uma queda na “não satisfação com o sono durante a semana de um ano para o outro em idosos (Figuras 2). Uma maior satisfação com o tempo de sono também foi observada ao avaliar a duração do sono nos finais de semana (Figuras 3 e 4).
Fonte: sleepwellcenter

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